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Palácio Rio Negro recebe exposição que celebra o protagonismo artístico de idosas em Manaus

Com apoio do Governo do Amazonas, o Grupo Diamantes Verde e Rosa apresenta trabalhos em crochê, pintura e tecido...

21/01/2026 13h30
Por: Redação
Fonte: Agência Amazonas
Foto: Reprodução/Agência Amazonas
Foto: Reprodução/Agência Amazonas

Com apoio do Governo do Amazonas, o Grupo Diamantes Verde e Rosa apresenta trabalhos em crochê, pintura e tecido

Foto: Reprodução/Agência Amazonas
Foto: Reprodução/Agência Amazonas

FOTO: Arquivo/Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa

O Palácio Rio Negro, no Centro de Manaus, abre suas portas nesta sexta-feira (23/01) para a exposição “Mãos que Criam e que Contam Histórias”. O evento, que acontece das 17h às 20h, revela a potência artística do Grupo Diamantes Verde e Rosa, composto por mulheres que transformaram habilidades cotidianas em expressões de arte e resistência cultural.

Com o apoio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, a mostra gratuita destaca como a memória e a experiência de vida podem se tornar uma linguagem visual impactante.

Arte e protagonismo

A exposição vai além da estética: ela é o reflexo da trajetória de 30 idosas que utilizam o fazer artístico para fortalecer o protagonismo feminino e o envelhecimento ativo. Atuando de forma coletiva, as integrantes participaram de todas as etapas, desde a concepção das peças em tecido, crochê e pintura até a organização da mostra, reafirmando a cultura como um instrumento vital de valorização social e autoestima.

O acervo apresenta narrativas construídas a partir de décadas de experiência, onde técnicas manuais historicamente vinculadas ao ambiente doméstico ganham status de artes visuais.

Segundo a curadora da mostra, Guilhermina Terra, a proposta é quebrar barreiras entre o popular e o erudito, elevando o saber dessas mulheres ao reconhecimento público que merecem.

A voz da curadoria

“A exposição apresenta a transformação de saberes que sempre fizeram parte da vida dessas mulheres em obras de arte”, afirma Guilhermina Terra. Para a curadora, cada peça carrega uma carga histórica e uma visão de mundo única que precisa ser compartilhada e reconhecida pela sociedade, promovendo um diálogo necessário entre gerações.

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