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Amazonas fortalece resposta a acidentes com animais peçonhentos com ampliação do acesso ao soro antiveneno

Capacitações ocorrem em Tabatinga, Benjamin Constant e Santo Antônio do Içá...

10/04/2026 18h40
Por: Redação
Fonte: Agência Amazonas
Foto: Reprodução/Agência Amazonas
Foto: Reprodução/Agência Amazonas

Capacitações ocorrem em Tabatinga, Benjamin Constant e Santo Antônio do Içá

Foto: Reprodução/Agência Amazonas
Foto: Reprodução/Agência Amazonas

FOTOS: Divulgação/ FVS-RCP

Com foco na ampliação do acesso equitativo da população a tratamentos emergenciais, a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP) realiza, até esta sexta-feira (10/04), uma série de capacitações sobre o manejo de soros antiveneno. A ação reúne representantes dos municípios de Tabatinga, Benjamin Constant e Santo Antônio do Içá.

Atualmente, os soros antiveneno estão majoritariamente armazenados em unidades hospitalares localizadas nas sedes municipais, enquanto grande parte dos acidentes, especialmente com serpentes, ocorre em áreas rurais e de difícil acesso, o que impõe desafios à resposta oportuna.

Segundo a diretora-presidente da FVS-RCP, Tatyana Amorim, o fator tempo é determinante para evitar agravamentos e óbitos. Ela destaca que a descentralização do soro é fundamental para um atendimento mais ágil e eficaz. “Ao levar esse insumo para mais perto das aldeias e comunidades rurais, ampliamos as chances de recuperação dos pacientes e reduzimos o risco de complicações”, afirma.

Foto: Reprodução/Agência Amazonas
Foto: Reprodução/Agência Amazonas

FOTOS: Divulgação/ FVS-RCP

O diretor de Vigilância Ambiental da FVS-RCP, Elder Figueira, ressalta que as capacitações também incluem orientações sobre a prevenção da raiva humana. Ele explica que a iniciativa busca fortalecer estratégias já existentes e incentivar a adesão às campanhas de vacinação de cães e gatos. “Estamos aproveitando a oportunidade para reforçar as ações e ampliar a cobertura vacinal”, destaca.

A ação é realizada em parceria com os departamentos de Vigilância em Saúde dos municípios, a Fundação de Medicina Tropical – Dr. Heitor Vieira Dourado, o Projeto Ajuri e os polos do Distrito Sanitário Especial Indígena (Dsei) Alto Rio Solimões e Afluentes, com sede em Tabatinga.

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